O velho desejo, o bom-humor, as companhias, a companhia, o alcohol, os tragos, a coordenação lenta e as vontades rápidas. O abraço, aquele mesmo de sempre que guardava mil expectativas futuras. O álcool amortecendo as pernas e os sentidos todos astutos pelo que você provocava. O show, você, você, você.
As conversas, a timidez. "Aí, assim eu tenho vergonha, pare". A volta, a estrada, a chuva, a música, você lá pra mim. E eu pra você, sem pensar no depois. O cheiro doce dos tragos,"soltar seu beijo, fumaça no ar", os pingos refrescantes chegavam a nós por uma fresta da janela, um beijo final debaixo da boa e forte chuva.
Todos os sentidos intensos mesmo depois de ter alcançado a cama, o cheiro de chuva, os barulinhos d'água descendo pela calha logo ao lado da janela, e os beijos que ainda estavam em mim.
As conversas, a timidez. "Aí, assim eu tenho vergonha, pare". A volta, a estrada, a chuva, a música, você lá pra mim. E eu pra você, sem pensar no depois. O cheiro doce dos tragos,"soltar seu beijo, fumaça no ar", os pingos refrescantes chegavam a nós por uma fresta da janela, um beijo final debaixo da boa e forte chuva.
Todos os sentidos intensos mesmo depois de ter alcançado a cama, o cheiro de chuva, os barulinhos d'água descendo pela calha logo ao lado da janela, e os beijos que ainda estavam em mim.