"eu não quero ignorar você. mas eu tambem nao quero e não vou alimentar essa relação virtual que não vai dar em nada. onde chegariamos? o que voce acha que a gente precisa fazer no lugar desses emails e depoimentos? eu desisto antes mesmo de pensar na pauta de uma conversa entre nós e eu não estou dizendo isso pra te agredir. é que as coisas não desapareceram da minha cabeça ainda e as últimas experiencias que eu tive com voce não foram nada positivas. eu nao quero me enfiar num furacão de emoções com você de novo, porque eu não tenho estrutura pra isso. e você me levaria, você sabe e eu sei. paradoxalmente eu sinto saudade daquele nível de felicidade que chegávamos onde tudo era êxtase."
"Quero um conquistador. Aquele, que vai fazer me apaixonar por ele que nem menina denovo; me fazer "perder" dois anos de maturidade e convicção que um relacionamento sério me deu: para me sentir num dia a menina mais linda do mundo, no outro a mais rídicula; num dia, felicidade, no outro, depressão: um transtorno-bipolar-"induzido", um transtorno de paixão. (tinha escrito "amor", mas não é amor que quero agora, é definitivamente paixão)
Quero aquele cara que vai dizer coisas só por dizer, só pra me puxar de volta pra ele quando sentir que eu estou tentando me distanciar (quando eu achar que "cansei", que não dá mais pra ficar "nessa"); aquele que até gosta de mim, mas nunca do mesmo jeito que eu dele; e quem sabe até gosta de outra ao mesmo tempo, de outras.
Quero um "saia-da-rotina", um turbilhão de emoções, um "quero-ir-só-onde-ele-vai", um pra-valer!
Um pra-valer que na verdade passa, que na verdade é "mentira": uma paixonite, daquelas, que a gente bem sabe: marcam."